Artigo · Atualizado em 29/07/2026 · Equipe CriaPoster
Antes de dividir a imagem em dezenas de folhas, vale saber quanto você vai gastar em tinta e papel — e em que ponto a gráfica deixa de ser “cara demais”. Este artigo traz faixas realistas para o Brasil, exemplos por tamanho de grade e uma forma simples de decidir.
O preço de um pôster caseiro não é só “o pacote de sulfite”. Ele combina:
Ferramentas como o CriaPoster não cobram pelo PDF. O gasto está na impressora que você já tem (ou na da escola/trabalho).
Valores médios de referência para impressora jato de tinta doméstica, cobertura de cor média-alta (foto ou cartaz colorido). Toner a laser colorido costuma ser mais estável por página, mas o cartucho inicial é caro.
Em sulfite comum: tipicamente R$ 2 a R$ 6 entre papel e tinta. Em couchê ou fotográfico: R$ 8 a R$ 18. Ideal para teste de qualidade, trabalho escolar pequeno ou foto decorativa.
Faixa mais comum para festa e feira: R$ 6 a R$ 15 em sulfite; R$ 25 a R$ 50 em papel melhor. Aqui o retrabalho dói: errar a escala em 12 folhas multiplica o desperdício.
Painel grande: R$ 15 a R$ 35 em sulfite colorido; facilmente R$ 60+ em fotográfico. Compare com uma lona em gráfica rápida da sua cidade — muitas vezes a lona ganha em durabilidade para uso externo, mas perde em prazo para um único evento interno no mesmo dia.
Importante: essas faixas variam com marca da tinta (original vs compatível), modo rascunho vs foto, e se o fundo da arte é branco ou chapado de cor. Um cartaz com fundo vermelho sólido gasta bem mais tinta do que um com fundo branco e foto central.
Se a gráfica entregar amanhã por um preço próximo ao seu lote caseiro + seu tempo vale mais, prefira a gráfica. Se você precisa hoje à noite, ou quer iterar o layout duas vezes, casa costuma vencer.
O preview em centímetros evita surpresa de tamanho. A sobreposição configurável reduz folhas “quase certas” que você joga fora na montagem. O ZIP em 300 DPI permite reimprimir só a folha 7 rasgada, em vez do PDF inteiro. E como o processamento é local, você não depende de fila de upload nem de taxa por arquivo.
Para rascunhos, muitas vezes sim. Para fotos de pele e cores críticas de marca, originais ou tintas de boa reputação evitam tom errado e entupimento.
Sim, e muito. Cartazes tipográficos e diagramas escolares ficam excelentes em laser mono.
Não. A ferramenta é gratuita; o custo é da sua impressão local.
Próximos passos: leia também papel e tinta para pôster e o guia completo, ou gere seu PDF agora.
Suponha 12 folhas em couchê 180 g. Pacote de 50 folhas couchê A4 na papelaria da esquina: cerca de R$ 35 a R$ 55 (valores variam por cidade). Custo do papel sozinho ~R$ 8 a R$ 13. A tinta, em modo foto, pode ficar na mesma ordem de grandeza ou um pouco acima, dependendo se o fundo é branco ou colorido chapado.
Some cola em bastão (R$ 5–10, serve para vários pôsteres) e 30–60 minutos de montagem. O “preço total” deixa de ser só o cartucho: inclui o seu tempo. Se você cobra hora de trabalho, a gráfica pode sair mais barata mesmo com orçamento maior em reais.
Agora imagine o mesmo cartaz em lona 60×100 cm na gráfica rápida: orçamentos comuns em capitais brasileiras oscilam bastante, mas muitas vezes ficam entre o preço de um jantar e o de um tanque de gasolina parcial — com acabamento único e sem emendas. A decisão correta depende de prazo, quantidade e se o cartaz precisa sobreviver a sol e chuva.
Festas de fim de ano na escola, cultos com tema mensal ou promoções semanais de loja mudam a conta: o PDF fica pronto no CriaPoster e você só reimprime. O custo marginal cai. Guarde o arquivo + uma nota com a grade usada (ex.: “3×4, overlap 8 mm, margem ligada”) para não reconfigurar do zero.
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